GP do BRASIL
- Isabela Pelluso
- 29 de nov. de 2024
- 2 min de leitura
Indignado com a estratégia do chefe de equipe para o Grande Prêmio do Brasil, um dos mais decisivos da temporada, um piloto vive um dos maiores dilemas de um atleta do esporte: Construtores ou individual?
Uma dúvida cruel, mas que logo é respondida. Conquistar o título de campeão é muito mais importante pra sua carreira, que vale todo e qualquer sacrifício. Determinado isso, a estratégia do chefe de equipe já não lhe serviria, pois ela tem como objetivo o sucesso da equipe e não do piloto. O que lhe resta é romper com a ideia e ir atrás de realizar os seus planos.
O piloto decide primeiramente espalhar no “Paddock” que o seu chefe não sabia o que fazer e o que estava fazendo, para tentar desestabilizar a ideia da equipe. Por um lado, deu certo, pois ele conseguiu gerar desentendimentos e também recebeu apoio. Cada olhar torto de um membro do “Pit Lane” para outro, fortalecia ainda mais sua ideia de ganhar o título.
Seu engenheiro e os seus mecânicos declararam apoio e com isso, um plano foi criado para durante a corrida, com a intenção de não parecer uma traição, mas apenas um erro. Consistia em durante a última parada da corrida, os mecânicos juntamente com o engenheiro, não seguiriam o escrito e mudariam os compostos de pneus para o piloto ter mais vantagem.
Tudo foi perfeitamente planejado para durante a corrida, ser executado. Porém, durante a parada, com tudo feito em menos de 2.5 segundos, o carro não saiu do lugar. Foi um fracasso total tanto para o piloto, quanto para a equipe, que o desligou em sequência por traição.
O piloto demorou, mas entendeu a razão do carro não sair do lugar. É que faltou alguém. O membro responsável pelo reabastecimento recusou participar.
ET BILU


Texto genial
analogia excelente