Meu nome é Serafim e eu sou o criador
- Isabela Pelluso
- 1 de nov. de 2024
- 1 min de leitura
Em um mundo ideal, eu me vejo em uma posição de liderança. Já no mundo real, sou um subordinado de pouca relevância. Muito disso se deve ao fato de eu perder tempo idealizando coisas em vez de concretizá-las.
As ideias na minha cabeça fluem de maneira constante, o que é bom e ruim, pois muitas dessas ideias me estagnam. Elas me prendem de uma forma que, em vez de me mover para frente, acabo retrocedendo.
Gosto de me imaginar sendo um governador, um sábio e até mesmo um explorador. Eles agem, e eu invejo isso. Como conseguem? Por que não têm medo? Essas são minhas principais dúvidas.
Mas não se engane, eu também vejo meus pontos positivos. Consigo entender minha importância na coletividade, até porque o que seria de nós sem um criador, o detentor das melhores ideias? Mesmo que não sejamos nós os que realizam a ação em si, ao menos pensamos e entregamos nas mãos de quem vai concretizá-la.
Serafim


Tambem gosto de imaginar um mundo ideal, porém as vezes acabo me perdendo...
Penso e vivo da mesma maneira desde que me conheço por gente. Criar é mais fácil e às vezes até mais legal do que realizar e isso acaba limitando a vida. Ao mesmo tempo que o medo nos livra de diversas coisas, ele nos impede de outras.