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Sem título

  • Manuella
  • 29 de ago. de 2025
  • 1 min de leitura

Sempre gostei da ideia de gostar de alguém romanticamente. Ter uma pessoa que me conhece como poucos conhecem e vice versa. Eu não ia tanto com a opinião de que autossuficiência é a única coisa que importa porque pra mim o amor sustenta, e isso é autoexplicativo. 

Quando era mais nova, tinha na cabeça de que um namoro deveria ser perfeito. Fui gostar pela primeira vez de alguém um pouco mais velha, no final da adolescência, e ainda tinha resquícios daquele pensamento de que eu não passaria por nada tão problemático, que é o que a maioria dos relacionamentos entre adolescentes são. Acabei não sendo a exceção como esperava. 

Eu acabei gostando de uma pessoa que era difícil demais pra alguém que também é difícil, e nada fácil sai de uma combinação desse tipo. Agora penso que quase nunca o amor é perfeito. Foi complexo aceitar que algo tão bonito também machuca. Mas faz sentido. Paixão pode ser perfeito, mas amor, aquele que persiste, tem uma crueza específica demais pra ser bonito toda hora. 


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