Carrie Grant
- gabriel gonçalves
- 28 de mar. de 2024
- 1 min de leitura
Carrie Grant. No auge dos seus 18 anhos, a vida tem a presenteado com muitas incertezas, ansiedade, medo de julgamentos e do que aguarda o futuro. Ela sonha em conquistar sua liberdade, mas se encontra confusa. Vive presa em suas redomas, manipulada, por si mesma, a acreditar que é tão pequena nesse vasto mundo. Vive a vida para agradar outras pessoas e ajudá-las, sem se preocupar com si mesma. Tem um profundo medo de decepcionar seus pais que, do ponto de vista do leitor, parecem ser protetores e controladores demais.
Eu me identifico com você Carrie Grant. Me vejo em suas crônicas, na maioria das vezes. Sinto que compartilhamos de muitos sentimentos e sensações, assim que mergulho em cada verso de seus textos. É como se nunca fôssemos bons o suficiente, nunca valorizamos cada vitória conquistada, sempre com medo daqueles que tanto confiamos e procuramos ansiosamente por uma aprovação. A auto sabotagem nos faz sermos um pseudônimo. Nos faz criar uma máscara superficial que sufoca nossa própria existência.
Mesmo sem enxergar ainda, você é merecedora de todas as suas conquistas e deve ser confiante o suficiente para ser feliz por elas. Para mim, suas crônicas são boas demais para ficarem escondidas atrás de um pseudônimo.
Diante de tudo e de todos, você deveria se olhar no espelho e passar a procurar a famosa liberdade que tanto anseia.
Acredito que você saiba quem eu sou. Até porque, eu sei quem você é, e somos mais parecidos do que imagina.
- Wintour


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