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Motoserra

  • Foto do escritor: gabriel gonçalves
    gabriel gonçalves
  • 28 de mar. de 2024
  • 1 min de leitura

No Rio de Janeiro, havia uma persona chamada Motoserra, cujos olhos inquietos denunciavam sua ansiedade perpétua. Ela flutuava entre sonhos, tão vastos quanto o céu estrelado que observava todas as noites. Apaixonada por palavras desde cedo, ela imaginava um livro que pudesse capturar a essência de sua alma inquieta.


Entretanto, a ansiedade de Motoserra era uma sombra constante. Em sua busca por perfeição, ela muitas vezes tropeçava em seus próprios passos, relutante em reconhecer seus erros. Cada página riscada era um pedaço do seu coração, mas ela persistia, movida por um ímpeto sonhador.


A ausência do pai ecoava nas entrelinhas de suas palavras. Um vazio preenchido por perguntas não feitas e conselhos não dados. Motoserra ansiava por compreender as nuances de sua própria identidade, mergulhando em uma busca incansável por autoconhecimento.


Enquanto sua caneta traçava linhas sobre o papel, ela descobria que escrever era mais do que contar histórias; era desvendar os labirintos de sua mente.


Motoserra , a sonhadora ansiosa, persistia na busca por suas palavras e na tentativa de preencher as lacunas deixadas por um pai ausente. Seu livro, ainda em construção, era um testemunho de suas lutas, paixões e do desejo profundo de se entender, mesmo quando o caminho se tornava nebuloso.



- Mya Hill

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