A máscara
- gabriel gonçalves
- 30 de mai. de 2025
- 1 min de leitura
Crônica por: Sêneca
Quando nos deparamos com uma condição adversa em nossa vida, cada pessoa possui a sua própria forma de combatê-la, a minha e rir. Mesmo em situações sérias eu provavelmente sempre sou o primeiro a dar risada, e não vejo isso como algo ruim, mesmo que às vezes dê a impressão errada.
Acontece que essa forma de levar a vida é algo muito mais profundo do que parece, é algo próximo de um método de defesa, qualquer situação desconfortável eu busco rir, como uma forma de fugir do desconforto. Isso acaba me levando a um vício em não buscar a solução de forma racional, acabo sempre buscando um humor ou forma de esquivar a situação, de certa forma, uma Máscara.
Assim como Jung descreve seu arquétipo de comediante, ou como algumas fontes chamam, “bobo da corte”, é uma pessoa que vive pela risada e que encara a vida com leveza, e eu acredito nessa definição pois realmente eu acho que os risos podem deixar a vida mais leve, mesmo que eu use isso como uma forma de esconder meus problemas e preocupações atrás da máscara da alegria.

sou passaro de fogo da paula fernandes
Gostei da forma como conseguiu sintetizar bem as suas ideias.
O mundo precisa de pessoas como você, que levam a vida com risadas e alegria mesmo em momento difíceis. Boa crônica, Sêneca!🕷️