Supernova
- gabriel gonçalves
- 23 de mai. de 2025
- 1 min de leitura
Crônica por: Botânico
Eu sou uma supernova, mas calma! não vou explodir como uma. É curioso eu me categorizar como uma explosão da morte de uma estrela mesmo me chamando de botânico não? Bom, vocês não devem ter a mesma linha de raciocínio que eu, então vou explicar:
Eu sou uma dualidade, sou intenso, extrovertido, emocionado e vivo buscando por sensações ou sentimentos que possam me fazer feliz (pelo menos na maior parte do tempo), sou uma supernova de emoções, eu sou alegre demais, amoroso demais e sofredor demais? Nem me fale!!! Eu sou tudo e mais um pouco quando esse é o assunto na roda. Entretanto, ser um botânico é a minha calmaria, meu nirvana, cuidar das minhas “flores” me acalma e me faz bem, eu sempre estou ali, cuidando e podando, vendo-as crescer. É muito bom ser essa versão de mim, até porque não da para ser uma supernova o tempo todo né? Sempre temos que vestir nossa persona apropriada para a situação, mas no fim do dia é isso que sou.
Aquele que cuida com todo seu ser, que zela, que é um guardião voraz, que nunca deixa aqueles que ama de lado, entretanto, sou aquele que quando ama arde por aquele amor, aquele que quando ri gargalha para o mundo todo escutar, que quando sofre não fica só chorando, mas murcha e despedaça.
Eu sou a chama de emoções extremas e o cuidado que nunca se esvai.

Gostei das analogias. Fico feliz que tenha, também, um cuidado consigo.
Você é provavelmente um bom cara de se conversar e de se ter numa mesa qualquer de uma boa conversa num bar, seu equilíbrio é também presença e personalidade!
Botânico, que crônica gostosa de ler! Gostei de como você se trata como dois, dois opostos que se completam e fazem parte de um só. 🕷️