Manuella
16 de nov. de 20252 min de leitura
Sem título
A cada manhã, quando meu rosto toca o travesseiro e o silêncio ainda é dono do mundo, aparece aquele desejo que não me abandona: ser livre. Não uma liberdade qualquer, mas aquela que me leva para além das grades invisíveis do cotidiano, da rotina que eu não suporto, para viajar pelo mundo com o coração aberto e os olhos prontos para tudo. Eu sinto uma fome quase física de lugares que eu nem conheço ainda, aquela vontade de deixar tudo para trás, pegar uma mochila e simplesme
